sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Nota do PSOL São Paulo sobre o cancelamento do debate da Rede Globo


o cancelamento do debate entre os candidatos a prefeito de São Paulo que aconteceria no dia 4 de outubro. Infelizmente tal decisão não nos surpreende. Não é a primeira vez que a emissora escolhe tal caminho: em 2008 o debate também não aconteceu porque a emissora se recusou a deixar Ivan Valente, a época candidato pelo PSOL, participar do debate. Cancelar o evento beneficia somente aqueles e aquelas candidatos que tem medo debate e não tem propostas para o caos urbano que se tornou a cidade de São Paulo.
Nos causa muito estranhamento a justificativa da Globo: impossível encaixar um debate com oito candidatos na grade de programação. Não foi impossível para a Rede Bandeirantes, TV Gazeta, Cultura e Rede TV, que realizaram debates produtivos com a presença de todos aqueles e aquelas que têm direito reconhecido pela justiça.
A candidatura de Carlos Giannazi não aceitou a “proposta” da troca de espaços pelo debate porque o debate é garantido por lei de acordo com o artigo 28 da Lei eleitoral (RESOLUÇÃO Nº 23.370): “§ 2º  São considerados aptos, para os fins previstos no parágrafo anterior, os candidatos filiados a partido político com representação na Câmara dos Deputados e que tenham requerido o registro de candidatura na Justiça Eleitoral.”
Além disso, consideremos o debate o ápice da campanha política por propiciar um embate direto entre os candidatos e por ser um momento em que se diluem as diferenças econômicas entre as candidaturas.
A falta de democracia vai além do cancelamento do debate. Sob a fraca justifica de critérios jornalísticos a emissora fez uma cobertura que também foi desigual e privilegiou muito os candidatos que estão à frente nas pesquisas.
À medida em que se recusa a cumprir a função de promover a democracia prevista para essa concessão pública, a Globo mais uma vez demonstra que descumpre sistematicamente a função social que é a única razão para que tal concessão seja feita.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Tem sido cada vez mais frequente nos depararmos com grupos e pessoas que se dizem apolíticas ou que não vão votar em ninguém por não acreditar na seriedade de nenhum político. Essa situação ajuda na manutenção das coisas exatamente como elas estão, pois esses políticos que todos criticam possuem poder econômico para se elegerem e quando não buscamos outras alternativas, contribuímos para que eles continuem no poder.

Leia abaixo o texto que escrevi para reflexão desse tema: 

Sonhar é possível 
Eu sei que a gente se acostuma com muitas coisas nessa vida, fazendo da vida uma história previsível. Mais deveríamos sonhar mais para realizar mais. Nos acostumamos a buscar a melhor formação para nossos filhos acreditando que eles estarão prontos para competir e vencer na vida. 
Nessa busca incessante nos esquecemos de nos relacionarmos com eles, afinal não sobra tempo estamos todos muito ocupados correndo atrás de vencer na vida e para isso vale tudo até mesmo ficar longe das pessoas que amamos e das coisas que gostamos de fazer. 
Nos acostumamos a não ter tempo pra nada e porque não temos tempo vemos a vida passar rapidamente, de compromisso em compromisso em uma agenda cada vez mais cheia, as várias atividades a fazer é sinal de status social e de vida bem sucedida. 
E por não termos tempo, olhamos com certa indiferença para aqueles que ousaram desfrutar da vida de forma mais leve sem tantas cobranças dos outros e de si próprios. 
A eles invariavelmente nos referimos como “acomodados”. Nos acostumamos a ler nos jornais e na televisão as notícias de corrupção que assolam nosso país e nossa cidade. 
Nos acostumamos tanto que quando a notícia é boa, logo desconfiamos pensando tratar-se de alguma enganação que com certeza não passará de notícia. 
Nos acostumamos a pensar que a política é um meio desprezível composta por homens e mulheres corruptos, sem escrúpulos, cujo único propósito é o de se dar bem, não importando para esse fim o que fazer. Essa realidade nos impacta de tal forma que perdemos a esperança em uma ação política que de fato esteja comprometida com o bem comum, com o respeito aos direitos humanos fundamentais, e com o propósito de pensar e fazer o bem ao próximo. 
A vida nessa perspectiva sai de uma visão fatalista onde o caos é certo e, ganha contornos de sonho possível. Sei que tanta descrença é sinal de defesa dos tantos golpes já recebidos ao longo de uma vida inteira de sofrimento e injustiças. 
Mais sem esperança em um mundo melhor, sem arriscar o peito por uma vida mais digna continuaremos presos ao fatalismo de uma história onde a tristeza e a vida injusta é concebida como natural. Amigos e amigas da luta, sonhar é possível, é possível sonhar sempre, desde que carreguemos no peito e na alma a indignação com as injustiças do mundo. 
A luta para manter viva a esperança do sonho é a luta que entendemos ser justa para ser travada como testemunho da nossa presença no mundo. 
 Autor: Professor Silvio Sipliano da Silva – PSOL 50.555

CONTRIBUA ENVIANDO SUAS SUGESTÕES PARA O NOSSO PLANO DE GOVERNO

Acorda Guarulhos

No Brasil a situação é essa aí.

E em nossa cidade será que é diferente! Só pra se ter uma ideia o orçamento para a pasta de esporte e lazer em 2013 será de 22 milhões, dos quais 18 milhões está destinado com folha de pagamento. Nossa! ou temos 1 professor em todos os bairros trabalhando, ou quero ser professor da secretaria de esporte que deve pagar bem demais. O fato é que não é nenhuma coisa nem outra, o fato é que tem muitos cargos de confiança, pessoas que não aparecem pra trabalhar, núcleos esportivos fictícios, convênios com ONGS que não realizam na integra o trabalho firmado em contrato. Por isso o dinheiro some e o esporte em Guarulhos segue cada vez pior. Reflitam sobre isso na hora de dar seu voto aos candidatos de sempre. 

CONFIRA NOS SITES: IBGE e R7 Notícias

Entrevista com o Professor Silvio (áudio)

Cultura
    Esporte   Educação   Sustentabilidade Recado a população de Guarulhos

domingo, 19 de agosto de 2012

Quem disse que o PT não privatiza


O governo Dilma anunciou nesta semana o programa de concessões de rodovias e ferrovias, concessão é uma forma disfarçada e tucana de não dizer privatização, já que no fim das contas, será a iniciativa privada que obterá lucro de um serviço que deveria ser público e que se utiliza estruturalmente de recursos e espaços públicos, além do financiamento estatal. O programa prevê a duplicação de 7,5 mil quilômetros de rodovias e a construção de outros 10 mil de ferrovias, com previsão de investimento total de R$ 133 bilhões, sendo R$ 79,5 bilhões já nos primeiros cinco anos.
A postura da Dilma já no anuncio do plano foi ficar na defensiva e tentar se diferenciar dos tucanos, em suas palavras: “Nós, aqui, não estamos nos desfazendo de patrimônio público para acumular caixa e reduzir dívida. Nós estamos fazendo parcerias para ampliar a infraestrutura do país, para beneficiar sua população e seu setor privado, para saldar uma dívida de décadas de atraso em investimentos em logísticas e, sobretudo, para assegurar o menor custo logístico possível, sem monopólios”
O discurso é exatamente o mesmo dos tucanos quando fazem concessões de rodovias em SP e depois apresentam a fatura de pedágios abusivos, ou da concessão da linha 4 do metrô por mais de 30 anos.
Vale lembrar a grande polêmica do 2º turno das eleições presidenciais de 2010, quando o PT aproveitando-se da grande rejeição popular às privatizações pautou esse debate. Agora o PT faz o mesmo, já foi assim com os aeroportos, agora são as rodovias e ferrovias.
O discurso de que os preços dos pedágios serão mais baratos que a fúria tucana em São Paulo, não muda o conteúdo da questão, a lógica é a mesma e não há garantias de que no futuro não possa haver um descontrole de preços, com a população pagando tarifas abusivas.
No caso do modelo adotado há uma massiva transferência de recursos públicos para as mãos privadas, que ganham nas duas pontas, têm parceria estatal para o investimento em infra-estrutura, mas depois, podem explorar sozinhos os serviços. Além disso, terão taxas especiais de financiamento, com carência de cinco anos e podendo amortizar por décadas os empréstimos obtidos. Ou seja, não deixa nada a dever ao modelo de privataria adotado pelo tucanato e tanto criticado pelos petistas nos últimos anos.
O PSOL é contra este modelo, defende investimento público em serviços públicos e o controle público por parte da população destes recursos. Mais uma vez fica claro as escolhas do governo Dilma, opções mais conservadoras ainda do que no governo Lula, que mostram uma guinada sem volta do PT à direita.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Nota do PSOL sobre o julgamento do mensalão


A imprensa brasileira tem dado grande destaque ao julgamento da ação nº 470 no Supremo Tribunal Federal, ação que julgará os envolvidos com o esquema conhecido como “mensalão” e que consistia no desvio de recursos públicos para o pagamento de campanhas eleitorais e parlamentares em troca de apoio no Congresso Nacional ao governo Lula.
Ao contrário do que tem sido afirmado pelos partidos que compõe a base do governo Dilma, o mensalão não é apenas uma ficção da imprensa com o objetivo de desestabilizar o governo liderado pelo PT. Segundo as investigações realizadas pelos órgãos de fiscalização e controle, como a Procuradoria Geral da República e o Ministério Público Federal, há indícios claros de que contratos públicos, por exemplo, com agências de publicidade como a do publicitário Marcos Valério, foram utilizados para desviar recursos públicos para o pagamento de campanhas eleitorais e compra de aliados no Congresso Nacional. Aliás, cabe lembrar que a dinâmica de compra de votos e apoio político através do desvio de recursos públicos já havia sido inaugurado pelo PSDB em Minas Gerais, quando do governo do agora Deputado Federal e ex-Governador Eduardo Azeredo, com a colaboração do mesmo Marcos Valério, que não é um novato em operações deste tipo, e copiado pelo governo de José Roberto Arruda, no caso conhecido como “mensalão do DEM”.
Assim, como vemos, o mensalão não só existiu como revelou a dinâmica da utilização de recursos públicos para a compra de aliados. As sucessivas reeleições de Roberto Jefferson e Waldemar Costa Neto como presidentes respectivamente do PTB e do PR e como chefes da distribuição das “mensalidades” às listas de parlamentares dos referidos partidos, mesmo sendo réus do mensalão, são um elemento a mais que comprovam a existência do esquema.
O mensalão, porém, não é o primeiro escândalo de corrupção vivido em nosso país. A privatização de empresas como a Vale e das companhias de telecomunicação, bem como a compra de votos para assegurar a reeleição do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, demonstram que a corrupção tinha profundas raízes nos governos tucanos. Antes deles, a cassação do ex-Presidente Collor de Mello e as denúncias contra os governos militares e o governo Sarney, já haviam demonstrado que a corrupção é um componente endêmico da política brasileira. E a atual “CPMI do Cachoeira” mostra claramente que esquemas semelhantes continuam em vigor, ou seja, empresas continuam participando direta ou indiretamente no pagamento de propina e no financiamento das campanhas dos grandes partidos em nosso país.
Portanto, o julgamento do mensalão revela, principalmente, as opções do Governo Lula e do PT em favor de uma “governabilidade” baseada em relações fisiológicas e de dependência financeira com as quais os novos inquilinos do palácio do Planalto não quiseram romper. O mensalão é a prova máxima de que o PT e seu governo abriram mão de um programa de mudanças profundas, preferindo a aliança com os partidos da ordem que chancelaram seu apoio em troca e cargos, liberação de emendas parlamentares e, neste caso, pagamento de campanhas e compra de votos. Ou seja, vícios políticos que descambaram para a corrupção aberta visando a perpetuação no poder.
Como resultado da opção política por uma governabilidade baseada em relações políticas e alianças espúrias, o PT e seu governo promoveram um profundo rebaixamento programático. Transformado em aliado do capital financeiro e do agronegócio, o PT não teve pudores em usar dos métodos historicamente rechaçados pelo próprio partido para assegurar apoio a suas medidas. Este processo simbolizou um retrocesso nos valores democráticos e republicanos, reforçando um sentimento de negação da política e da ação dos partidos.
Por isso, o PSOL expressa seu repúdio à corrupção e exige a punição de todos que, comprovadamente, tenham utilizado recursos públicos para corromper ou que foram corrompidos, cedendo seu apoio ao governo em troca de dinheiro. Ao mesmo tempo, rechaçamos o circo midiático que busca realizar um julgamento meramente moral do caso do mensalão: ele é, antes de tudo, um problema político, que revela as opções equivocadas do PT em favor deste tipo de governabilidade, opções essas que negamos, reafirmando nosso compromisso com as mudanças realizadas com o apoio das forças populares, sem interferência do poder econômico tanto nos processos eleitorais – onde ele atua para torná-los assimétricos e desiguais – quanto na forma governar, estimulando a corrupção e desmoralizando a política como atividade nobre, negando a mobilização popular como exercício da cidadania e da participação direta.
Por fim, afirmamos que para responder a esta situação e evitar que escândalos como esse se repitam, é preciso aprovar uma reforma política que impeça o financiamento privado das campanhas com punição drástica aos doadores e receptores, bem como julgar, de forma independente e baseada nos autos do processo, os envolvidos no mensalão, assegurando assim que a justiça seja feita.
Ivan Valente
Presidente Nacional do PSOL
Deputado Federal PSOL/SP

Jingle de Campanha 2012 - PSOL 50

JINGLE Prof. Silvio by Prof.Silvio

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Ao Lado do SESI GUARULHOS

Neste Sábado estaremos presente no Pré-Lançamento do CD "Antes Durante e Depois Gang Master 90", de BONNE DEE a convite do mesmo, Evento Gratuito Compareça.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)

O Partido Socialismo e Liberdade tem se apresentado como um forte instrumento de lutas e defesa dos interesses da classe trabalhadora e das maiorias excluídas do País, ocupando espaço à esquerda, combatendo o processo de consolidação da hegemonia burguesa no Brasil e fortalecendo uma oposição programática e de esquerda nos movimentos sociais e nos parlamentos. Nas eleições de 2010, com todas as dificuldades, ficou demonstrado que o PSOL tem potencial para ocupar, sem sectarismo ou eleitoralismo, um espaço à esquerda na sociedade, combinando a luta institucional e a luta social. O processo eleitoral de 2012 será mais um momento de ampliação da construção partidária e de enfrentamento aos interesses hegemônicos representados pelo governismo e pela oposição conservadora e seus satélites. No entanto, devemos estar bem preparados para o enfrentamento político/burocrático e fazermos desse momento uma reflexão e transformação dessa lógica política de utilitarismo da população, haja vista, a ideia do “quero me dar bem” que ainda prevalece em grande parcela da sociedade e em muitos que estão na política. Para mudarmos essa realidade precisamos ampliar a participação popular na política, fiscalizando as ações dos deputados, vereadores, prefeitos na investidura de seus cargos e na sua vida pessoal. Os cidadãos devem fiscalizar aqueles que fazem de tudo para ganhar o seu voto e que fazem da política um negócio. Devemos combater sempre a ideia do oportunismo e do querer sempre levar vantagem em tudo, devemos saber que, na política, o patrimônio em jogo é o dinheiro público, impostos arrecadados de todos e, por isso, devemos sempre fiscalizar e participar da política cobrando honestidade, seriedade, compromisso e transparência, para alcançarmos o bem comum. Sob esses princípios devemos agir também na nossa vida cotidiana. As eleições de 2012 serão um momento importante para o fortalecimento do PSOL, do combate ao programa de privatizações do atual governo e, portanto, um momento especial de acúmulo de forças na construção do PSOL.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Encontro com coletivos do Hip-Hop de Guarulhos


O Prof.Silvio esteve na Creche Santo Expedito, localizada no Jardim São João Batista – Guarulhos/SP
Para um debate, a convite de Bonne Dee, Clayton (Pacto de Vida) e SérgioPromoter do Hip-HopBrasil.com, com coletivos de Hip-Hop e Militantes da cultura.

sábado, 14 de julho de 2012

Calendário de Campanha


Acompanhe aqui a agenda do candidato a vereador Prof. Silvio 50555

14 de Julho – 13h
Lançamento das Candidaturas para eleições 2012, PSOL Guarulhos.
Local: Prédio F da Universidade de Guarulhos (UNG)
 Centro de Guarulhos/SP




15 de Julho – 14h
Encontro com coletivos do Hip-Hop de Guarulhos
Local: Creche Santo Expedito
         Jardim São João Batista – Guarulhos/SP

01 de Agosto – 10h
Gravação do jingle de campanha 
Apoio: Bonne Dee, SérgioPromoter(Hip-HopBrasil.com), Clayton(Pacto de Vida)
         Guarulhos/SP


05 de Agosto – 14h
WorkShop - Cultura Hip-Hop
Local: Rua Dr.Ricado Teixeira dos Reis (ao lado do SESI)
         Jardim Adriana – Guarulhos/SP



05 de Agosto – 16h
Caminhada e Panfletagem
Local: Jardim Adriana - Jardim Cocaia e Região 
         Guarulhos/SP

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Eleições 2012 - PSOL GUARULHOS

 Praça Tereza Cristina, 88 - Centro -  Guarulhos/SP
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Confira as fotos desse encontro

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Senado aprova representação do PSOL e cassa mandato de Demóstenes Torres

O Senado cassou nesta quarta-feira (11) o mandato de Demóstenes Torres (ex-DEM-GO, atualmente sem partido) por quebra de decoro parlamentar. Foram 56 votos a favor da cassação, 19 votos contra, 5 abstenções e 1 ausência. Eram necessários 41 votos para que a cassação fosse aprovada.
O PSOL foi o único partido que apresentou representação contra Demóstenes pedindo a cassação do seu mandato. Em 10 de abril, o Conselho de Ética do Senado abriu, com base na representação do PSOL, um processo por quebra de decoro parlamentar, o que levou, três meses depois, à sua cassação. Com a cassação, o ex-líder do DEM fica inelegível até 2027 (oito anos após o fim da legislatura para o qual foi eleito). Além disso, ele perde o foro privilegiado e seu processo poderá deixar de ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal para ser julgado apenas pela Justiça Federal de Goiás.

PSOL GUARULHOS - eleições 2012







Conheça Nossos Candidatos a Vereadores:

Nome do Candidato
Nome para urna
Número

WILSON PEREIRA DA SILVA
SENHOR WILSON
50356
VANDERLENE ROSENILDA TORRES DA FONSECA
NENÊ DA SAÚDE
50258
VANDERLEI PEREIRA DOS SANTOS
URU JEVENTUDE DE ATITUDE
50013
SONIA MARIA DE CASTRO
SONINHA KASTRO
50007
SILVIO SIPLIANO DA SILVA
PROFESSOR SILVIO
50555
SILVANA CRISTINA DE BRITO GOMES
SILVANA BRITO
50333
SERGIO RICARDO BATISTA MOCHE
PROFESSOR SERGIO MOCHE
50147
SERGIO LUIZ ABRANTES MOREIRA
SERGIO MOREIRA
50709
SARA VERAS CARDOZO
SARA VERAS
50250
ROSICLER DE ARAUJO
PROFESSORA ROSICLER
50117
ROBERTO MACEDO FARIAS
ROBERTO FARIAS CABELEREIRO
50050
ROBERTO LEITE DE CARVALHO
ROBERTO CARVALHO
50500
ROBERTO COSTA COELHO
ROBERTO COELHO
50987
RAPHAEL VIEIRA DOS SANTOS GONÇALVES
RAFAEL MAFÚ
50420
PETRUCIO JOSE DOS SANTOS
PETRUCIO
50350

PAULO TAVARES ROGER
PAULINHO
50299
NATAN LOCATELLI DOS SANTOS
NATAN DA ACADEMIA
50656
MIGUEL GANDOLFI NETO
PROFESSOR GANDOLFI
50120
MARIA APARECIDA NEMET
PROFESSORA CIDA NEMET
50777
KETLYN PEREIRA DA SILVA
KELYBRIZ CARROCEIRA
50127
JOSE NILTON GUEDES DA SILVA
NILTON DO BANANAL
50014
JOSE MARIA DE OLIVEIRA
ZE DA FITA
50888
JOSE LINO DOS SANTOS
DEDÉ
50450
JOSE FABIANO GONÇALVES
FABIANO EZEKIEL
50789
JOSE BONFIM RODRIGUES DE LIMA
BONFIM DA ADEGA
50113
IVANILDO GABRIEL LOPES DE LIMA
PROFESSOR IVANILDO LOPES
50150
GRACIELE JANAINA RODRIGUES CAPARROTTI
JANAIANA RODRIGUES
50136
GILCELI LEITE LIMA
GIL LIMA
50135
FRANCISCO SILVA DOS SANTOS
SILVIO SANTOS
50810
FERNANDA CALDAS SOARES
FERNANDA CALDAS
50357

EVELYN PEREIRA DA SILVA
EVELYN IRIS
50999
EUFLATES CELESTINO DE LIMA
DR. EUFRATES DE LIMA
50123
ERIC NUNES DE SOUZA
PROFESSOR ERIC NUNES
50850
ENAURIA ALVES DA SILVA
ENAURIA ALVES
50230
DIVALDO RODRIGUES DE OLIVEIRA
INDIO DO CABUÇU
50440
AUZENI MESSIAS SILVA
ZENI DO BAMBI
50882
ANTONIO RAMOS ARAUJO
PROFESSOR TONINHO
50755
ANSELMO PIRES DA SILVA NETO
ANSELMO PIRES
50456
ANGELA DE BRITO ARAUJO
PROFESSORA ANGELA BRITO
50222
ANDRE DE SENA FURTADO
ANDRES SENA
50797
ANA PAULA BRAZ DA SILVA
ANA PAULA BRAZ
50682
ALUISIO DA SILVA OLIVEIRA
DA SILVA VERMELINHO
50100
ALFREDO BRASILIANO SILVA DE LIMA
ALFREDO BRASILIANO
50369


Conheça nosso candidato a Prefeito Ederaldo Batista