O PSOL foi o único partido que apresentou representação contra Demóstenes pedindo a cassação do seu mandato. Em 10 de abril, o Conselho de Ética do Senado abriu, com base na representação do PSOL, um processo por quebra de decoro parlamentar, o que levou, três meses depois, à sua cassação. Com a cassação, o ex-líder do DEM fica inelegível até 2027 (oito anos após o fim da legislatura para o qual foi eleito). Além disso, ele perde o foro privilegiado e seu processo poderá deixar de ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal para ser julgado apenas pela Justiça Federal de Goiás.
Fonte: http://psol50sp.org.br/

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